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Como se formam as memórias?

out 03,2025
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Como se formam as memórias? (E como elas impactam o seu corpo)


Você já se perguntou por que algumas lembranças são tão nítidas, enquanto outras parecem sumir? Para entender isso, precisamos olhar além do que chamamos de “lembrar”. A ciência nos mostra que a memória não é apenas um arquivo na mente, mas um processo vivo que envolve todo o nosso organismo.

A construção do registro: Cérebro e Química
De forma simples, a memória se forma através da comunicação entre nossos neurônios. Imagine que cada experiência nova é como um caminho que está sendo aberto em uma floresta.

* A Conexão: Quando vivemos algo, nossos neurônios criam pontes entre si (chamamos isso de neuroplasticidade).


* O Filtro: O Hipocampo organiza essas informações, decidindo o que fica e o que sai.


* O Tempero Emocional: A Amígdala entra em cena para dar “cor” à memória.
Se a experiência foi muito intensa — com muito medo ou muita alegria — o corpo libera substâncias como o cortisol e a dopamina. É como se ele usasse uma tinta mais forte para garantir que aquela trilha na floresta nunca desapareça.

O corpo: Onde a memória cria raízes
Mas a memória não para no cérebro. Enquanto os neurônios se conectam, o resto do seu corpo também está “anotando” tudo.

Pesquisas mostram que nossas células e músculos guardam registros de situações que vivemos. É por isso que:

*um estresse antigo U pode se transformar em uma tensão muscular crônica.

* Uma emoção não resolvida pode se manifestar como cansaço ou problemas digestivos.
* O corpo “trava” diante de situações que lembram traumas passados, antes mesmo de você pensar sobre eles.

Como diz o neurocientista Antonio Damásio, cada emoção deixa uma marca somática — uma assinatura física no seu corpo.

Por que saber disso é o primeiro passo para a cura?
Quando entendemos como a memória se forma, percebemos que não basta apenas “conversar” com a mente. Precisamos também “conversar” com o corpo.

Muitas vezes, a mente racional esqueceu o evento, mas o corpo continua reagindo como se ele ainda estivesse acontecendo.

É aqui que entram as terapias integrativas. Através da Microfisioterapia e da Psicogenealogia, conseguimos acessar essas marcas impressas no organismo, ajudando a liberar o que está estagnado e devolvendo o equilíbrio e a saúde.

Conclusão
As memórias são mais do que lembranças; elas são a base de quem somos e de como nosso corpo funciona.


Cuidar dessas marcas é, na verdade, um caminho profundo de autoconhecimento e cura física.

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